Domingo, 24 de Dezembro de 2006

Feliz Natal

Não quiz fugir à regra e decidi então dar cá um saltinho e desejar um feliz Natal a todo o mundo

Não peço paz nem amor, porque parece que o Bush manda mais que o Pai Natal e assim a paz fica difícil. Se bem, que o amor ainda nos vai chegando sob a forma de canções do Tony Carreira.

Aproveito para mostrar a minha prenda de Natal, trazia um lacinho vermelho e pequenino ao fundo das costas mas fiz questão de o tirar.

 

Bom, vou parar de disparatar.

A todos um Bom Natal regadito, se possível com um bom vinho do porto.

sinto-me:
música: quero lá saber da música. eu quero é experimentar o presente
publicado por pacotesdeleite às 18:11
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

Vontade de ser passevite

Acordei, hoje, com uma enorme vontade de fazer uma imitação exacta da bicha-cadela fêmea a acasalar. Porém, parei um pouco para pensar e antes de me lançar ao solo e começar a rabear que nem uma pessoa que rabeia ao imitar insectos, lembrei-me da figurinha ridícula que faria. Coloquei rapidamente esta hipótese de parte e decidi imitar um passevite a triturar nacos desmedidos de nabiça e couve tronchuda.
Não foi fácil, mas com 5/6 ensaios estava apto para o grande desafio.
Sentei os pais no sofá, arrastei a minha irmã pelos cabelos até à sala e assobiei muito alto para que a vizinha de cima aproveitasse a confusão e saísse do armário do meu quarto.
Meus amigos, foram nove segundos extraordinários em que eu sentado no chão enrolado de modo a parecer um recipiente e com o meu braço esquerdo a girar encantei quem assistia.
Perguntei a opinião ao meu pai e ele levantou-se, pegou na caçadeira, alvejou duas lâmpadas, insultou o Pinto da Costa e foi dormir para a varanda. A minha mãe chorou muito, mas depois lá conseguiram tirar-lhe a armadilha para ursos do pé e ela foi regar o jardim. Poderia ter perguntado a opinião à minha irmã, contudo decidi apenas amarrar-lhe o cabelo ao carro do vizinho.
E quando estava cabisbaixo, soturno e completamente abatido, a vizinha de cima apareceu com um baby dool rosa transparente, elogiou muito o meu trabalho, enquanto esfregava óleo Johnson no corpo. O que aconteceu depois... bem, depois... Depois foi só loucura e pouco mais.
sinto-me: um líquido ralado
publicado por pacotesdeleite às 13:57
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006

A minha vida mudou...

Antes acordava atordoado, sonolento, desesperado e com um ar deveras irritado sem saber o que vestir. Visto a camisola branca da Nike ou aquela outra com umas letras góticas comprada nos ciganos? Mas o desaire maior aparecia quando tinha que decidir o que calçar. Perdia normalmente 20/25 minutos com esta dificílima escolha. Contudo era no momento de sentar à mesa e tomar o pequeno-almoço que me deparava com uma eleição que me chegava sempre sob a forma de enxaqueca. O que é que eu faço? Já estava devidamente atormentado antes do despertador tocar a santa missa da igreja evangélica, que só por si me dá náuseas, e ainda por cima tinha que optar entre o pão torrado com manteiga ou os cereais com pedaços de amendoim e chocolate. Era um início de manhã terrivelmente horrível.
 

Agora, com o aparecimento da Floribella tudo mudou.
E eu, como me sinto? Oh, nem vão acreditar. Todo eu irradio felicidade e boa disposição.
Acordo de manhãzinha com o chilrear dos passarinhos que marcam a aurora do diazinho bonito. Levanto-me, sempre a cantar uma daquelas melodias alegres da Disney. Visto uma camisolinha bonita com umas letrinhas grandes e amarelinhas, como a gema do ovo bonito, que dizem “Floribellazinha”, depois em 20/25 segundos calços os meus ténis ultra-mega-ri-fixe todos bonitos. O pequeno-almoço? Nada menos maçador. Os cereais super-bons da Floribela.
E durante o dia vou comprando um CD da Floribella, um cachecol da Floribella, um rolo de fita-cola da Floribella, um rádio da Floribella, e outras coisas bonitas da Floribella. Ah, comprei também um regador da Floribella que não me serve para nada, mas é da Floribella. Imaginem só, dei por mim a negociar a própria Floribella, mas o senhor Penim lá me disse “Não senhor, ela é minha, porque ainda tem de gravar mais seiscentos episódios para termos sucesso”.
Estou tão feliz que só me apetece gritar e mostrar ao mundo os meus boxers novos e ultra-mega-super-hiper-ri fixe da... Odete Santos.
sinto-me: uma "floribellazinha"
publicado por pacotesdeleite às 22:01
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